sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Pra não dizer que não falei das horas.

É, eu to com vontade de escrever.

Fiquei em êxtase quando cheguei em casa e encontrei quatro livros novos me esperando em cima da minha cama. Se tem uma coisa que alegra meu dia, é rasgar o plástico de proteção e sentir o cheiro de livro novo. Esse é meu único vício: livros.

Mentira. Eu também amo chocolate.

Coincidência ou não, os quatro falam sobre vampiros. Outra coincidência - ou não - é que eu já li os quatro. Quem conhece meus gostos por leitura já deve ter adivinhado: Twilight e The Vampire Diaries. Já fui recriminada várias vezes por isso e insisto em falar: nenhuma cultura é inútil.

Mas quem quer ler livro de qualidade, que leia Clarice Lispector.

Mudando completamente de assunto, ontem foi dia do psicólogo. Eu sei que ninguém lembrou disso - nem eu lembrei. E obrigada pelos parabéns. Pra contrastar, meu time perdeu de três, em casa, pro lanterna do campeonato, no dia do aniversário de 96 anos. Preciso falar pra que time eu torço? Sorte dos psicólogos que trabalham na área do esporte.

E, de repente, me deu uma vontade terrível de beber Coca-cola. Pra não dizer que não falei das horas, me despeço às doze horas e trinta e seis minutos - sete agora. Eram 35 quando comecei a frase.
Bom devaneio pra você. Se não entendeu, Freud explica.

Ruby.

2 comentários:

  1. HUSAUHDUSDUHSUHDA
    Adorei o blog, Ruby *-*
    Vou sempre passar aqui!
    RobKiss

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  2. Minha amiga chocolatra. Fiquei pensando se tinha alguma CA (Chocolatras Anônimos) pra gente aparecer. Se bem que eu não quero perder esse vicío não. De qualquer forma, culturas que os outros acham inúteis e agente não à parte, eu ando lendo muita coisa acadêmica e esquecendo da importância de uma boa história de ficção, romance policial e até daqueles livros de piadas.
    Clarice Linspector ainda não tem minha revisão... Melhor eu voltar a ler alguma coisa que não tenham números, pelo menos não tantos quanto "O último teorema de Fermat" (Simon Singh) ou "Uma breve história do tempo" (Stephen Hawking).

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