O que me espanta é que esse é - ou era - exatamente o objetivo desse blog.
Pensamentos soltos. Livres.
É interessante ver como Rubem Alves fala, num momento, da sua época da faculdade (Durkhein, Weber e Nietzsche) e, sem mais nem menos, a história muda para um grupo de patos selvagens cortando o céu. Pode parecer estranho, mas essa é a graça desse livro. "Cada página é um começo e um fim".
Mais interessante ainda é ver como um psicanalista, educador e teólogo consegue traduzir tão bem meus pensamentos em poucas e simples palavras. Parece trabalho fácil.
Só posso dizer que esse livro me encantou. Mais do que achei ser possível.
Saí do meu mundinho e, finalmente, consigo entender a língua do escritor.
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